Schäefer, Ann-Ronwe

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Schäefer, Ann-Ronwe

Mensagem por Ann-Ronwe Schäefer em Seg Dez 01, 2014 8:48 pm


ARonweSchäefer

NOME /////////////Ann-Ronwe Wolff Schäefer

IDADE /////////////39 anos

EMPREGO /////////////Chefe da Guarda | Membro do Conselho

ESTADO CIVIL /////////////Viúva

GRUPO /////////////Conselho/Guarda

LUGAR /////////////
Phoenix
FACE /////////////
Eva Green
ATRIBUTOS /////////////
FORÇA: 7
DESTREZA: 5
AGILIDADE: 7
PERCEPÇÃO: 5
MIRA: 7
LÁBIA/INDUÇÃO: 6
VITALIDADE: 8

obs: botei os pontos de guarda porque a Ron é chefe da guarda.



✱ Broche do Conselho [Um broche prata redondo do tamanho de uma moeda com um C entalhado, apenas membros do conselho os possuem.]

✱ Registros do Projeto Armagedom [Uma pasta com registros, instruções e detalhamento sobre experiências com radiação feitas por seu finado marido em adolescentes.]

✱ Anel [Um anel com uma pedra preciosa violeta da Terra incrustada em um acabamento de prata que simula raízes entrelaçadas. O anel é passado de geração em geração.]

Chapter I.



{0 to 13} Nascida em Walden, filha de Enrico e Ann-Rose Wolff, Ronwe teve uma infância conturbada pelo simples fato de ser curiosa. Em vários momentos quase meteu-se em problemas por "andar por aí". A garota só parou definitivamente quando seu pai acabou assumindo a culpa por ela em uma dessas suas aventuras. O homem não foi flutuado, como qualquer outro seria, ao invés disso vendeu a sua filha para o guarda que descobrira o crime. Aos 13 anos a menina já estava noiva, prometida ao filho do guarda.

{13 to 15} Ela passou a morar com sua futura família em Phoenix. A casa onde vivia agora era extremamente maior e melhor que a sua anterior. O luxo somado à raiva que sentia por sua família começaram a transformar a curiosa e gentil garota aos poucos, e, quando completara seus 15 anos ela já não parecia mais a mesma: física ou mentalmente.

{16} Ela tornou-se uma cadete naquela época, ao mesmo tempo em que seu marido havia se tornado a sombra de um médico. Marido, palavra engraçada, era o que costumava pensar quando devia usá-la. Não via Garett como seu marido, um amigo talvez, mas um marido/amante ela duvida que um dia o enxergaria assim – o sentimento era recíproco.

{17} A partir desta época que seus sogros começaram a pedir por um neto. Seus pais? Bom, ela não os via desde que seu pai comercializara sua vida, e pouco se importava com eles. Somente depois de um ano de insistência dos pais de Garett que eles resolveram por fim realizar o pedido. O casal, no entanto não pareceu gostar muito da experiência (durante ou depois).

{18 to 24} Sua carreira na guarda subia cada vez mais, neste período ela era a pessoa em que o Comandante e o Chefe da Guarda mais confiavam, laços conquistados facilmente com os seus sorrisos, habilidades e olhares, olhares estes que chamavam sempre a atenção. Ann-Ronwe havia se tornado a mulher dos sonhos e desejos de muitos, porém diferente de seu marido ela não o traía. Gostava de ficar apenas na imaginação alheia, como a Terra, ela queria ser inalcançável e desejável aos demais.

{25 to 31} A primeira vez que seu marido comentou sobre as experiências ela não deu importância, era apenas mais uma idiotice dele, mas logo depois ela repensou o caso. Aquilo era uma chance, algo que deveria ser tentado. Ronwe, agora como Chefe da Guarda, deixou que seu marido fizesse as experiências (as quais Garett afirmava terem sido impostas pelo Chancellor), acobertando-as sempre que possível – o filho dos dois fora usado como cobaia também. E assim foi. Durante muito tempo tudo ia bem, até seu marido por tudo à perder. Um erro, um deslize, um caso de traição onde a amante falava mais do que deveria. Garett fora condenado pelo Chancellor, homem o qual ele estava sobre ordens. Ann-Ronwe não o defendeu, ao invés disso assumiu sua máscara de surpresa, choque e tristeza. A mulher agora era a pobre coitada que havia sido traída pelo marido que fora executado.

{32 to 39} Fazendo parte do Conselho, agora, Ann-Ronwe estava exatamente onde desejava. Poder e respeito, combinação que adorava. Ainda trazia o título de "pobre coitada" nos momentos em que não estava trabalhando, ou o de viúva fiel, mulher perfeita, todos os títulos de bondade e carinho que os outros podiam imaginar. Enquanto eles a adjetivavam assim, ela ganhava a confiança de todos, incluindo o Chancellor (o qual desconhecia o conhecimento de Ann sobre as experiências). Ela tinha uma meta traçada, iria tomar o poder. Simples assim, mas não tão fácil, porém.

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Re: Schäefer, Ann-Ronwe

Mensagem por The Reality em Qua Dez 03, 2014 2:11 am


aceita

"Como parte do Conselho você deve ser o mais sensato e imparcial que puder. Sempre pense no povo antes de pensar em você mesmo. Sempre siga as regras, elas são as diretrizes de sua vida, as bases de nossa sociedade; elas são a ordem."
Kutrepov out.

ITENS:
– Bastão Elétrico [Uma caixinha de agulhas, a maioria serve como acupuntura, algumas delas são agulhas específicas para se acoplar em injeções e outras para a sutura de feridas]
– Bushmaster ACR (Adaptive Combat Rifle) [Um rifle de assalto que pesa cerca de 3 kg tendo o alcance até 300 metros. Possuí mira uma mira laser e um silenciador.]
– 2 cartucho (15 balas normais | 15 balas soníferas)

10 PT.


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